CORPO DAS ESCRITORAS - Page 3 of 6 - FIDS

Imaginar é um verbo revolucionário! (por Teresa Costalima)

  05, May, 2022

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Montei camarote, tirei o dia, mergulhei no FIDS. Sempre gostei da energia que acontece em festivais, aquele momento concentrado, um universo dentro, uma vida espelhada com pares de tantos lugares, sotaques e experiências. Amanheço em Irati, e é tão curioso ouvir da infância de Denise, do namoro que acabou em sua adolescência, da família, chuteiras

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Anna Deavere Smith: Teatro épico – versão atualizada Impactante! (por Teresa Costalima)

  05, May, 2022

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Palavra síntese para descrever a experiência com Anna Deavere Smith em “Notes from filed”. A performer não-branca-quase-negra extrapola a questão de denuncia das injustiças e mazelas sofridas por minorias em seu espetáculo, ela alcança uma dimensão humana que tange a todos, somos todos potenciais vítimas da violência, da intolerância e da brutalidade. Em um espetáculo-documentário,

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UM CORRE, UMA MEMÓRIA, UM SEGUNDO DIA (por Maria Prado de Oliveira)

  05, May, 2022

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Na Bahia, muita gente fala que está num “corre danado” quando estamos com muitas atividades, correndo pra lá e pra cá para dar conta de tudo que precisamos fazer num dia. Num Festival artístico o corre é danadíssimo… Oficinas, palestras, espetáculos para apreciar, para comentar… Se presencial, a gente corre de um Teatro para outro,

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Palco aberto: encontro sempre o outro

  05, May, 2022

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É 22h, ainda estou na pressa do dia, chego em casa e imediatamente entro na sala Palco Aberto. Camille está lendo um texto de G. Deleuze sobre rizoma e multiplicidade. Ali, somos quadradinhos, imagino rizomas entre eles. Logo, vejo um vídeo de Perla que me provoca risos, é “gracioso”. Ana Luiza Pradella lê um texto,

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Viva o novo e o melhor que sempre está por vir de nós mesmas!

  05, May, 2022

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O que fazemos com a memória? É a pergunta-provocação de Denise Stoklos para desenvolver sua palestra-caleidoscópio que nos incentiva a observar e aceitar o novo, a seguir em frente, a fazer, a usar a memória como um instrumento de atalho – sem nos apegar à atitude saudosista. A memória coletiva nos fornece respostas dadas por

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“Dilate o meu tempo”, diz Denise Stoklos espectadora (por Leide Jacob)

  05, May, 2022

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Terça feira. Nosso segundo dia de FIDS, começa com a Denise Stoklos dando a letra, dizendo o que espera de uma apresentação solo: “Que dilate o meu tempo, que eu não siga mais o cronológico entediado, que me revigore e me abra ao semelhante … Espero ver no palco algo que me mova, que me

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Nosso primeiro happy hour: “experimentação e processo” (por Leide Jacob)

  05, May, 2022

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Às 17hs, do dia 02 de maio de 2022, em uma segunda feira, também conhecida como “segundona”, começou o primeiro happy hour do 2o FIDS, com apresentações solos que tem como eixos temáticos “Experimentação e processo”. Marcos Americano, artista convidado (que também participou da mesa inaugural), abriu a sala com “Eu sou Machado de Assis”,

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3º Palco Aberto: Perla encontra o Tesouro (por Leide Jacob)

  05, May, 2022

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Terça-feira, dia 03 de maio, às 22hs, aconteceu o 3º Palco Aberto do FIDS. E sabem quem abriu as apresentações? Para quem leu meu texto anterior, sobre o 2º Palco, sabe o fio da meada (esta crônica contém piadas internas e referências, que não serão explicadas. Rsrrsrsrsrs). Mas, vamos lá, quem é que estava só

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Adivinhem quem veio para o 1º Palco aberto da matinê? (por Leide Jacob)

  05, May, 2022

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O Palco Aberto das 13hs, nossa matinê de terça, foi aberta por quem? Adivinhem… Wallace Dutra, o próprio. Ele escapou do trabalho na hora do almoço e subiu ao nosso palco (no coração, já está) para nos surpreender com a leitura de “Ode ao burguês”, de Mário de Andrade. Uma homenagem aos 100 anos de

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Jovens, envelheçam! (por Teresa Costalima)

  03, May, 2022

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Estava embevecida com o prólogo, não um espetáculo, uma cena, mas um prólogo de quase fotos, quase retrospectiva, imagens soltas de um passado longe. Ela desde sempre, ela. Andrógina e atemporal. Pintura e escultura em músculos e cabelos. Máscaras e caixa. Vísceras. Plena. Uma obra de Andy Wahol, Denise multiplicada. E reconheço traços desse passado,

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